segunda-feira, 6 de abril de 2009

Jornadas ao vivo

06/04/2008 - As conferências das Jornadas Bolivarianas estarão ao vivo nos horários das 8h30min e 18h30min. O trabalho é desenvolvido pela TV Led, ensino à distância.

não usar o http: nem o www

digite apenas este endereço -

mms://tvled.egc.ufsc.br/aovivo

terça-feira, 31 de março de 2009

Jornadas Bolivarianas discute a política dos EUA

Já está tudo pronto para as Jornadas Bolivarianas/quinta edição, que acontecem em abril deste ano, de 06 a 09. A edição das Jornadas é o evento anual mais importante do Instituto de Estudos Latino-Americanos da UFSC, e o tema geral que vai permear todo o debate é "A política dos Estados Unidos para a América Latina", buscando refletir as novas/velhas propostas que já estão vindo com o governo de Barak Obama.

Desde a sua guerra de independência, iniciada em 1775, os Estados Unidos exercem certo domínio sobre as nações do sul do continente. Primeiro, no imaginário, fomentando inclusive rebeldias e revoltas. E, depois, com o processo de consolidação de uma nação livre e capitalista esse domínio foi se aprofundando na medida em que o país fortalecia o que mais tarde veio a se configurar um império. No século vinte a lógica de dominação dos EUA sobre a América Latina só expandiu, interferindo na política, na cultura e na economia de todos os países.
Hoje os Estados Unidos amarga uma grave crise no campo da economia que está repercutindo em todo o planeta e, como não poderia deixar de ser, na América Latina também. Entender esse processo de dominação que vem de longe e compreender a situação da América Latina no cenário continental e mundial é a proposta desta edição das Jornadas.

Para isso foram convidados pesquisadores, professores e cientistas políticos da maior qualidade que têm dedicado sua vida a estudar estas relações entre o império estadunidense e a América Latina. Estão confirmados pesquisadores do Panamá, da Colômbia, do Paraguai, da Argentina, do México e de Cuba, além do Brasil.Assim, os debates que acontecem de 06 a 09 de abril em Florianópolis, na UFSC, visam trazer à tona os grandes problemas econômicos, sociais e culturais decorrentes deste processo de dominação e as propostas de soberania e libertação. Esta - assim acreditam os membros do IELA - é uma tarefa intelectual de primeira importância para se prever qual a capacidade de um movimento de idéias e ações garantir um futuro melhor para os países da América Latina.

Com as Jornadas, os estudantes, professores e a comunidade catarinense em geral poderão conhecer as contribuições que outros países do continente latino-americano têm sobre a temática. Será, sem dúvida, um momento rico para comungar de todos os desejos de transformação que caminham pelo sul do mundo.

terça-feira, 17 de março de 2009

Programação das Jornadas

Programação das Jornadas Bolivarianas – Quinta edição

Auditório da Reitoria/ UFSC

06.04.2009
Manhã
. 8h30min – Abertura
Coordenação: Nildo Ouriques
Era Obama: Estratégias dos Estados Unidos para a América Latina
. 9h - John Saxe-Fernandez – México
. 10h30min - Debate

Tarde
Apresentação de Trabalhos
14h30min
. A concepção de educação escolar bolivariana da Venezuela: Proyecto Simoncito, Escuela Bolivariana e Liceo Bolivariano e os avanços nos 10 anos de governo bolivariano – Débora Villeti Zuck e Francis Mary Guimarães Nogueira
. A reconfiguração do Estado Venezuelano inscrito na Constituição de 1999 e o processo de universalização escolar: As missões Robinson, Ribas e Sucre – Francis Mary Guimarães Nogueira e Maria Lucia Frizon Rizzotto
. Educación popular contra analfabetismo econômico - Mario A. Solano S. (Costa Rica)
. Povos indígenas Latino-Americanos e protagonismo político no Brasil - Liliam Faria Porto Borges e Paulo Humberto Porto

Noite
. 18h30 - vídeo
A crise econômica e política nos EUA
Coordenação: Beatriz Paiva
. 19h - Nildo Ouriques – Brasil
. 20h - Debate

07.04.2009
Manhã
. 8h30min – Vídeo
Direitos Humanos e Democracia na América Latina
Coordenação: Fernando Ponte - Memorial dos Direitos Humanos/UFSC
. 9h - Martin Almada – Paraguai
. 10h - Debate

Tarde
Livre
Noite
. 18h30min – vídeo
Resposta da América Latina à política dos Estados Unidos
Coordenação: Fernando Prado
. 19h - Jorge Hernández Martínez - Cuba
. 20h - Debates

08.04.2009
Manhã
. 8h30min – vídeo
Estados Unidos, Imperialismo e Soberania Nacional
Coordenação: Luis Felipe Magalhães Ayres
. 9h - Marco Gandásegui – Panamá
. 10h – Waldir Rampinelli - Brasil
. 11h – Debate

Tarde
Apresentação de Trabalhos - 14h30min
. A política externa brasileira do governo Lula e a atuação da Petrobrás na Bolívia – Márcio Roberto Voigt e Daniel da Cunda Corrêa da Silva
. O outro lado da crise: a vez e a hora da integração – Rafael Moraes e Róber Iturriet Avila
. Dominación versus liberación, la necesidad de construir el socialismo bolivariano aqui y ahora - Coletivo Zamora (Venezuela)
. Tipologia das Revoluções Antiimperialistas na América Latina - Luiz Fernando Sanná Pinto

Noite
Mesa
Terrorismo de Estado e democracia na América Latina
Coordenação: Edgar Matiello
. 18h30min - vídeo
. 19h -Hernando Calvo Ospina - Colômbia

09.04.2009
. 9h – Mesa redonda: América Latina insurgente
Coordenação: Elaine Tavares
. John Saxe-Fernandez – México
. Martin Almada – Paraguai
. Marco Gandásegui – Panamá
. Hernando Calvo Ospina - Colômbia
. Jorge Hernández Martínez - Cuba
. Nildo Ouriques - Brasil

quarta-feira, 11 de março de 2009

Martin Almada virá em abril




Martin Almada é paraguaio, advogado, Prêmio Nobel Alternativo da Paz/2002. Descobriu os arquivos da Operação Condor, a que coordenou a tortura e as mortes na América Latina durante as ditaduras militares. Militante dos Direitos Humanos, luta agora pela abertura dos arquivos nos demais países do continente, inclusive o Brasil. Ele fala sobre Direitos Humanos e o terror.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Atílio Borón, da Argentina


Quem também já está confirmado para as Jornadas é Atílio Borón - Politólogo e sociólogo argentino, professor de Teoria Política da Universidade De Buenos Aires. Foi Secretário Geral do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO). Ele fala sobre a resposta da América Latina à política dos Estados Unidos.

Marco Gandásegui, do Panamá


Já está confirmada a presença de Marco Gandásegui, hijo - Jornalista e sociólogo panamenho, professor na Universidade do Panamá. Atualmente é diretor do Centro de Investigações da Faculdade de Humanidades. Fundador e investigador associado do Centro de Estudos Latino-Americanos (CELA). Ele profere conferência sobre a questão da soberania.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A música bolivariana


Atuação do Maestro Gustavo Dudamel, um venezuelano de apenas 27 anos, que está sendo considerado como o maior maestro de orquestra da atualidade. Ele começou a reger com 13 anos de idade e hoje comanda a Orquestra Simón Bolívar. Aqui ele rege o grupo na obra "Mambo".


segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Primeira Chamada de Trabalhos - JB V

Já está na página do IELA a primeira chamada para apresentação de trabalhos nas Jornadas Bolivarianas - quinta edição. O tema será: A crise nos Estados Unidos e a política estadunidense para a América Latina. Dá uma conferida nas regras no "enlace" Jornadas Bolivarianas".

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

JB já tem data definida

Será na semana de 06 à 10 de abril a quinta edição das Jornadas Bolivarianas. O tema do próximo encontro será: A Política dos Estados Unidos para a América Latina. Definido o assunto que suleará o debate já é possível ir pensando num bom texto para socializar com todos os participantes. A primeira chamada para apresentação de textos deve sair em breve.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Jornadas Bolivarianas - 2009

Já está definido o tema das Jornadas de 2009, que acontecem em abril. Será os Estados Unidos e sua relação com a América Latina. Já podem, então, começar a preparar os trabalhos para apresentação. O IELA deve iniar ainda este semestra um ciclo de estudos sobre as obras dos possíveis conferencistas que virão.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Integração às avessas no Haiti

Por Raquel Moysés – jornalista

Toda vez que Didier Dominique se levantava para falar, durante a quarta edição das Jornadas Bolivarianas, do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA/UFSC), quem acompanhava os debates desde o primeiro dia aguardava uma observação polêmica. Homem que sacode consciências com sua voz tonitruante, esse arquiteto, professor da Universidad Nacional de Haiti, resolveu, como os manifestantes de Córdoba, há 90 anos, “chamar todas as coisas pelo nome que têm”. Porque, como os estudantes argentinos que se bateram pela reforma universitária em 1918, Didier clama por um tempo em que a terra americana conte “uma vergonha a menos e uma liberdade a mais”. Militante da organização Batay Ouvriye (Batalha Operária), ele luta para que venha o tempo da liberdade também para seu povo, hoje aprisionado pela maioria dos próprios governos-“irmãos” latino-americanos, a mando do império estadunidense.

Didier lembrou, durante as Jornadas de abril, sobre o tema “Nações e Nacionalismos na América Latina”, que o Haiti é hoje exemplo de integração latino-americana às avessas. Uma integração destinada a oprimir e martirizar o povo haitiano. Por isso é que ele levanta a voz, feito trovão, quando denuncia, imitando, com as mãos, o formato de duas vírgulas das reticências, quando pronuncia a palavra “progressistas”: O Haiti é hoje um país ocupado. Agora, neste instante, estão em meu país as forças armadas latino-americanas de governos “progressistas” sob o mandado dos Estados Unidos.

Os países da América Latina – com exceção da Venezuela e de Cuba – desde 2004 comandam a intervenção em seu país, sob as ordens das classes dominantes e de governos - como o do Brasil - que dissimulam a invasão dizendo que estão ali exercitando “práticas de ajuda humanitária”. Didier lembra que os haitianos sempre amaram o Brasil, principalmente seu futebol, seus jogadores, e viveu um drama quando viram que também eram brasileiras as tropas que invadiram o Haiti.

E são soldados dessa “Força de Paz” - chamados de "los cascos azules de la Minustah" - Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti - que também promovem terror entre a população, a pretexto de combate aos violentos, matando e ferindo gente em zonas empobrecidas como Cite Soleil, grande favela da capital Porto Príncipe. E depois, são os haitianos os acusados de serem “uma ameaça para a paz e a segurança internacional na região", como o fez o Conselho de Segurança das Nações Unidas, na Resolução 1743, pela qual foi prorrogado o mandato da Minustah.

Nacionalismo e dominação

“Cuidado”, adverte Didier, “porque o nacionalismo também é responsável pelo panorama atual de dominação política, econômica e militar, que provoca migrações e separação de etnias.” E é em nome de “nacionalismos” que tropas formadas por brasileiros, uruguaios, argentinos,etc, provocam terror em bairros populares, metralhando e matando, denuncia o professor. “Tem toque de guerra, cobre-fogo, todo dia no Haiti...É essa a outra face da integração da Alba?” – pergunta Didier, referindo-se à Alternativa Bolivariana de Integração da América Latina e do Caribe.

E não é por casualidade que o Haiti é ocupado desde que Colombo entrou nas terras de Abya Yala, “sem visto de entrada”. Didier lembra que toda a zona denominada “Caribe” leva este nome por causa de uma etnia assim chamada. E as águas eram a unidade desses “povos do mar”, que antes de Bolívar buscavam a unidade caribenha nas suas batalhas de resistência aos espanhóis.

Didier lembra que o Haiti, síntese de muitas partes da África, é o símbolo de uma escravidão tremenda. Muito sangue do seu povo foi derramado, ao longo da história, na luta pela liberdade. “Pátria ou morte” já era o lema dos escravos. No Haiti, a luta pela libertação foi sempre tão significativa que q lá se abrigaram várias revoluções latino-americanas. “Saíam de nosso país com barcos, armas e até com nossos homens”, comenta o professor. Mas a revolução exemplar que o povo conduziu, ao longo de sua história, na luta pela libertação, deixou a sociedade haitiana vulnerável e o país destroçado completamente, com cidades queimadas, pontes destruídas, agricultura devastada.

Hoje, como lembra Didier, no Haiti não há indústria nacional, mas há uma migração enorme do campo para as cidades e uma vasta imigração, principalmente para a República Dominicana e os Estados Unidos. A estratégia do império estadunidense e seus aliados é de explorar o povo haitiano como mão-de-obra, a mais “barata” do continente e uma das mais exploradas do planeta, recebendo em média apenas U$1,70 ao dia. Hoje há trabalhadores, denuncia Didier, que ao meio dia nem conseguem comer, e tomam cachaça para suportar a continuidade da jornada de humilhações.

Zonas francas de escravidão

Agora, a prioridade do mercado para o Haiti é transformar o país em zonas francas. Este projeto visa tornar o país uma plataforma para a confecção e exportação de bens de consumo, principalmente têxteis, estabelecendo um regime de nova escravidão. Nessa estratégia de ocupação econômica, as multinacionais constroem suas fábricas e atuam livremente, totalmente isentas de impostos. O acordo que permitiu o estabelecimento dessas zonas de franca escravidão no Haiti foi assinado em 2002, pelo então presidente Jean-Bertrand Aristide.

Ex-padre católico ligado à teologia da libertação, Aristide foi presidente do Haiti em três períodos: em 1991, de 1994 a 1996, e ainda de 2001 a 2004. Os que o apóiam o consideram o primeiro líder democraticamente eleito do Haiti", um "amigo dos pobres". Os críticos o acusam de ditador corrupto. Por duas vezes se tornou impopular a ponto de ser derrubado do governo: em 1991, através de um golpe; em 2004, por força de uma rebelião popular. Desde sua segunda deposição, refugiou-se na África do Sul.

Didier comenta que Aristide foi mais uma das tantas desilusões que sofreu o povo haitiano. Lembra que depois de ter sido deposto pela primeira vez, exilou-se nos Estados Unidos. “Saiu do país Aristide e voltou ‘Harrystide’, um neoliberal”. Didier conta que foi ‘Harrystide’ quem assinou, com Bill Clinton, o tratado das zonas francas, e que o presidente estadunidense foi ao Haiti, como um clandestino, lançar a pedra fundamental da construção dessas zonas de exploração máxima do povo haitiano.

E como não há instância internacional que julgue as multinacionais que atuam nas zonas francas, esses espaços passam a atuar como uma "terra sem lei”, onde é aviltante o desfrute do ser humano. Por causa da miséria generalizada, o trabalhador busca emprego nas zonas francas, pois fora delas a situação é ainda pior. Enquanto isso, denuncia Didier, a classe dominante haitiana vende a mão-de-obra superexplorada como uma "vantagem comparativa" do país.

Por isso é que diversas vezes, durante as Jornadas Bolivarianas, Didier discutiu criticamente o conceito de nacionalismo. “Existe um ‘nacionalismo’ haitiano totalmente ligado ao imperialismo econômico. O nacionalismo burguês existe, e é muito forte”. Para Didier, o Mercosul é uma dessas zonas de ‘nacionalismo’ a serviço da exploração, e há que se ficar atentos à Alba, para que ela não repita aquilo que quer combater. “Quase toda a Alba não invadiu o Haiti?”- pergunta, provocador.

“A integração feita com um governo corrupto, no que pode dar?” - indaga Didie, lembrando que nada do que a Venezuela destina ao Haiti, através de acordos de integração com o governo - chega efetivamente ao povo. Por isso, adverte, há que se precisar o que é nacionalismo, ou nacionalismos, não entrando acriticamente no campo de um internacionalismo imaginário. O militante- professor, nesse sentido, não tem dúvida: “o nacionalismo deve ser um terreno de disputa e de luta”.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Trabalhos selecionados para apresentação oral nas Jornadas Bolivarianas – quarta-edição

1. Articulação entre democracia representativa e participativa à luz da democracia venezuelana
Autor: Valdenésio Aduci Mendes

2. O nacionalismo minorista: intelectuais e antiimperialismo cubano na década de 1920
Autor: Marcelo Gonzalez Brasil Fagundes

3. Direito de propriedade e acesso à terra na América Latina: mulheres rurais, identidades e nacionalismos.
Autor: Mailiz Garibotti Lusa

4. A reconfiguração do Estado venezuelano inscrito na Constituição de 1999 e o proceso de universalização da educação escolar: as missões Robinson, Ribas e Sucre.
Autora: Francis Mary Guimarâes Nogueira

5.Vozes do Rio da Prata: consciência e nacionalismo no grupo do semanário Marcha de Montevidéu.
Autores: Cristiano Pinheiro da Paula Couto e Ana Lice Brancher.

6.Nação soberana: teoria crítica e práxis necessária
Autoras: Mirella Farias Rocha, Naraina Inez Nora e Dilceane Carraro.

7. As práticas jurídicas insurgentes na América Latina: os serviços legais inovadores e os nacionalismos.
Autores: Fernando Luís Antunes e Luiz Otávio Ribas.

8. O problema da nação em Dostoiévski e Nelson Rodrigues.
Autora: Claudia Drucker

9. Questão nacional e ideologia.
Autor: Adailton Pires Costa.

10. Tipologia das revoluções antiimperialistas na América Latina
Autor: Luiz Fernando Sanná Pinto.

11. Paulo Freire e a questão nacional
Autor: Ricardo Prestes Pazello

12. Investimento estrangeiro direto e desnacionalização da América Latina – Elementos para uma análise totalizante
Autor: Luis Felipe Aires Magalhães

terça-feira, 1 de abril de 2008

Inscrições abertas

Você já pode fazer sua inscrição para as Jornadas Bolivarianas. É só mandar nome completo para o endereço iela@iela.ufsc.br.
Participe!

segunda-feira, 24 de março de 2008

Programação Definitiva

Nações e Nacionalismos na América Latina
Jornadas Bolivarianas – Quarta Edição
De 22 a 25 de abril
Auditório da Reitoria/UFSC

22 de abril de 2008
Manhã
8h30min - Abertura
Homenagem a Ruy Mauro Marini e Darcy Ribeiro
9h15min – Império e Nação
. John Saxe-Fernández – UNAM/ México
Coord: Nildo Ouriques

Tarde
14h - Apresentação de trabalhos

Noite
18h30min – A reforma do Estado e a soberania nacional / Colômbia e Haiti
. Ricardo Sánchez Ángel/Colômbia
. Didier Dominique – Universidade Nacional do Haiti/ Haiti
Coord: Edgar Matiello – CDS/UFSC

23 de abril de 2008
Manhã
8h30min – O Nacional Popular em José Martí
. Eugênio Rezende/ UFG/Brasil
A Revolução Bolivariana e o Processo Constituinte. Um território em emancipação
. Judith Valencia/Venezuela
Coord: Gilvan Muller de Oliveira – IPOL/UFSC

Tarde
Livre

Noite
18h30min - O Intelectual contra a Nação
. Nildo Ouriques - UFSC/Brasil
O pensamento nacional-popular
. Alcira Argumedo – UBA/Argentina
Coord: Elaine Tavares/ IELA

24 de abril de 2008
Manhã
8h30min – A questão nacional no Brasil e na América Central
. Plínio de Arruda Sampaio Jr - Unicamp/ Brasil
. Fidel Nieto – Universidad Luterana/ El Salvador
. Lucio Flavio de Almeida – Brasil
Coord: Catarina Gewher - FURB

Tarde
14h – Apresentação de trabalhos

Noite
18h30min- Nação e Nacionalismo na Bolívia e no Equador
. Andrés Soliz Rada – Ex-ministro de Energia/ Bolívia
. Manuel Salgado Tamayo – Equador
Coord: César de Medeiros Régis - Projeto Córdoba/UFSC

25 de abril de 2008
Manhã
8h30min – A disputa pela Nação no Peru
. Ulises Humala – Universidade Nacional de Engenharia/ Peru
Nações e nacionalismo: uma perspectiva para o internacionalismo?
Waldir Rampinelli – UFSC/Brasil

Tarde
14h – Apresentação de Trabalhos

Noite
18h30min – EUA e América Latina
. James Cockcroft – State University of New York/ EUA
A questão Nacional no México
. Luis Javier Garrido – UNAM/ México
Coord: Beatriz Paiva – IELA/UFSC

quinta-feira, 13 de março de 2008

Lucio Flávio/PUC-SP fala sobre aquestão nacional no Brasil


Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida.
Professor do Departamento de Política da PUC-SP e Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais da PUC-SP. Autor de Uma ilusão de desenvolvimento: nacionalismo e revolução burguesa nos anos JK. Florianópolis, EDUFSC, 2006. Coordenador do NEILS - Núcleo de Estudos de Ideologias e Lutas Sociais. Coordenador da revista Lutas sociais.